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		<title>Opinião : Ciência, Religião, Leis, Opiniões</title>
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		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Fri, 19 Mar 2010 13:44:24 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Opinião : Ciência, Religião, Leis, Opiniões</title>
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		<title>Sistema Alerta...</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2009-02-12T14:24:56Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Sistema Alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma ferramenta que possuímos no combate ao crime de furto e roubo de veíulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia Rodoviária Federal criou o Sistema Alerta que tem por objetivo divulgar informações de ocorrências de furtos ou roubos de veículos ocorridas nas últimas 72 horas. Ao se registrar um alerta, as informações são enviadas automaticamente para as viaturas equipadas com computador de bordo que estejam no Estado onde aconteceu o fato e para as viaturas dos Estados vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações também podem ser visualizadas na página de Alertas, acessível em mais de 400 Postos da PRF. O registro também pode ser feito por telefone. Basta ligar para a Central de Operações da PRF do seu Estado. O registro de Alerta não dispensa o registro na Polícia Civil. Este registro deve ser feito o quanto antes. Não deixe de informar também a Polícia Militar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acessar o sistema alerta para consulta e/ou cadastro basta entrar no endereço abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dprf.gov.br/PortalInternet/alerta.dprf?action=alerta&quot;&gt;http://www.dprf.gov.br/PortalInternet/alerta.dprf?action=alerta&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Mãe alarmada pela omissão de palavras Cristãs no Dicionário Júnior de Oxford</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-12-16T12:04:03Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher da Irlanda do Norte, mãe de quatro crianças, expressou na semana passada o seu horror pelo número de palavras associadas ao Cristianismo que foram retirados da última edição do Dicionário Oxford Júnior. &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Palavras relacionadas com o Cristianismo como “bispo”, “capela”, “discípulo”, “ministro”, “pecado” e “diabo”, foram substituídas por palavras como “blogue”, “biodegradável”, “leitor de MP3”, “democrático”, e “celebridade”, na edição de 2007 do popular dicionário infantil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-10372&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/oxford-junior-dictionary.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Dicionário Júnior de Oxford&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;277&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Palavras relacionadas com o Cristianismo como “bispo”, “capela”, “discípulo”, “ministro”, “pecado” e “diabo”, foram substituídas por palavras como “blogue”, “biodegradável”, “leitor de MP3”, “democrático”, e “celebridade”, na edição de 2007 do popular dicionário infantil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Apesar da nova versão do dicionário ter sido publicada no ano passado, a remoção das palavras passou largamente despercebida até Lisa Saunders, a mãe de quatro filhos, as ter apontado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ela se deu conta inicialmente da omissão de palavras durante a realização dos trabalhos de casa com o filho, quando não conseguiu encontrar as palavras “musgo” e “feto”, que se encontravam em edições até ao ano 2003, mas não foram incluídas na versão de 2007, reportou o jornal The Telegraph.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A descoberta levou Saunders a comparar as entradas de edições mais antigas, desde 1978, 1995, 2000, 2002 e 2003, com as últimas do dicionário júnior.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Eu fiquei completamente horrorizada com o grande número de palavras que foram descartadas”, contou ela ao The Telegraph em Londres. “Sabemos que a língua evolui, e não devemos ser retrógrados, mas também não se pode destituir centenas de palavras importantes em troca de vocabulário das novas tecnologias.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Vineeta Gupta, diretor para a área de dicionários juvenis da Oxford University Press (OUP), disse ao The Telegraph que foram feitas alterações a fim de refletir uma sociedade “multicultural”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas já não costumam ir à igreja como antes. Temos um entendimento da religião inserida no multiculturalismo, razão pela qual algumas palavras como “Pentecostes” teriam estado presentes há 20 anos atrás mas agora não”, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“A fé Cristã ainda tem forte adesão”, observou Saunders, segundo o The Telegraph. “Erradicar tantas palavras associadas ao Cristianismo terá um grande efeito sobre as inúmeras escolas primárias que as usam.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A decisão da OUP de descontinuar certas palavras é uma forma de “engenharia verbal”, escreveu recentemente Erin Manning no conservador blogue da Beliefnet, Crunchy Con.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Manning citou o teólogo moral Católico William Smith, que dizia: “Toda a engenharia social é precedida por engenharia verbal.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Afinal de contas, a Europa não nasceu como uma entidade secularista pós-moderna no final do século XX. Sem entendermos o passado rico e cheio de história não temos contexto onde nos situarmos no presente ou para visionar um futuro promissor.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O dicionário foi criado para crianças acima dos 7 anos de idade e inclui cerca de 10.000 entradas, palavras e expressões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Diário Cristão)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://hajaluz.maisblog.net/Opiniao-b1/Mae-alarmada-pela-omissao-de-palavras-Cristas-no-Dicionario-Junior-de-Oxford-b1-p18.htm</guid>
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		<title>MEC diz que criacionismo não é tema para aula de ciências</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-12-15T11:52:46Z</pubDate>
		<description>&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Educação tomou posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país. Para o MEC, o modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais (ligados a uma crença religiosa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-10362 alignright&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/sb10067844ff-001-300x239.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Estudante&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;239&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“A nossa posição é objetiva: criacionismo pode e deve ser discutido nas aulas de religião, como visão teológica, nunca nas aulas de ciências”, afirmou à &lt;strong&gt;Folha&lt;/strong&gt; a secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Apesar do posicionamento, o MEC diz não poder interferir no conteúdo ensinado pelas escolas, pois elas têm autonomia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Conforme informou o colunista da &lt;strong&gt;Folha&lt;/strong&gt; Marcelo Leite no último dia 30, o colégio Mackenzie (presbiteriano) adotou neste ano apostilas que apresentam o criacionismo nas aulas de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Outras escolas, como as adventistas, por exemplo, praticam opção semelhante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teorias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os criacionistas dizem que o Universo foi criado por um ser superior, assim como os seres vivos. Para eles, a vida é muito complexa para ter surgido sem intervenção sobrenatural.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Essa crença se opõe à teoria da evolução desenvolvida por Charles Darwin, presente nas diretrizes curriculares nacionais, segundo a qual todas as espécies provêm de um ancestral único –e, a partir dele, se diferenciaram, chegando à diversidade atual de seres vivos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O entendimento do MEC é semelhante ao dos pesquisadores contrários ao criacionismo: o modelo não pode ser considerado teoria científica por não estar baseado em evidências (preceito tido como básico para se definir o que é ciência).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“[O ensino do criacionismo como ciência] é uma posição que consideramos incoerente com o ambiente de uma escola em que se busca o conhecimento científico e se incentiva a pesquisa”, afirmou Pilar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, Christiano da Silva Neto, tem entendimento diferente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Para ele, como não há consenso sobre qual teoria está correta, “a maneira mais justa e honesta de lidar com a questão é apresentar ambos os modelos nas aulas de ciências, dando-se destaque aos pontos fortes e fracos de cada um”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escolas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O criacionismo é ensinado no Colégio Presbiteriano Mackenzie desde 1870, quando a instituição foi fundada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo é abordado no sexto ano do fundamental –para crianças com idade por volta dos 11 anos–, assim como a teoria evolucionista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, no entanto, o colégio passou a adotar um novo material nos três primeiros anos do ensino fundamental. São apostilas com conteúdos didáticos convencionais, onde há a explicação criacionista, mas sem a teoria evolucionista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Segundo o colégio, nessa idade (por volta dos oito anos) os alunos não estão preparados para aprender o darwinismo. O colégio anunciou que alterará o conteúdo das apostilas, abrandando o caráter religioso, mas manterá o criacionismo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O Pueri Domus Escolas Associadas, uma rede laica que reúne 160 escolas no Brasil inteiro, algumas com orientação católica ou protestante, também apresenta o criacionismo nas aulas de ciências.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo é exposto com o evolucionismo no oitavo ano do ensino fundamental das escolas. Para Lilio Alonso Paoliel-lo Júnior, diretor de conteúdo da rede associada, o objetivo é promover o debate.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Negativo seria não deixar que a discussão acontecesse. É uma questão de posição pedagógica. O conteúdo é aceito por pais das escolas laicas e das religiosas”, diz o diretor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A visão também é defendida por Maria Lúcia Callegari, orientadora do colégio Santa Maria (zona sul de SP). “Quando falamos sobre o surgimento da vida, abordamos o criacionismo e o evolucionismo. Trabalhamos com pluralidade na ciência, para romper a idéia de uma verdade absoluta.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Na escola, o conteúdo é ensinado para os alunos do quinto ano do ensino fundamental e, segundo ela, não há reclamação de pais por causa do conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Nova versão de Bíblia: Heterossexualidade é pecado</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-12-10T11:38:02Z</pubDate>
		<description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-10255&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/pinkbible325x183-300x168.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;A Bíblia Gay&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;168&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O site oferece uma pré-estréia do projeto, com previsão de disponibilidade para 2009.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A nova versão continua:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: www.juliosevero.com&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Anúncios de Natal pró-Deus respondem a campanha ateísta em automóveis</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-12-09T11:41:03Z</pubDate>
		<description>&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Dois grupos Cristãos adquiriram espaços publicitários dos automóveis da área metropolitana de Washington DC, nos EUA, para contrariar a campanha “Porquê Acreditar num Deus?” em veículos, com os seus próprios anúncios de Natal pró-Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-10251&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/ph2008120802068.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;ph2008120802068&quot; width=&quot;290&quot; height=&quot;171&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois grupos Cristãos adquiriram espaços publicitários dos automóveis da área metropolitana de Washington DC, nos EUA, para contrariar a campanha “Porquê Acreditar num Deus?” em veículos, com os seus próprios anúncios de Natal pró-Deus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O Centro de Desenvolvimento Familiar, uma instituição Católica sem fins lucrativos de Bethesda, Maryland, planeja angariar 14,000 dólares para realizar uma campanha intitulada “Eu Também Acredito”, que consiste de 10 veículos com cartazes laterais, 10 carros com cartazes traseiros, e 200 cartazes interiores.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nos anúncios pró-Deus se poderá ler: “Porquê Acreditar? Porque Eu te criei e Eu te amo, em favor da bondade – DEUS”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“O nosso objetivo é contrariar a AHA (American Humanistic Associacion) com o nosso próprio anúncio positivo e otimista que identifica Deus como o nosso verdadeiro criador que nos ama”, disse JoEllen Murphey, de McLean, na Virginia, uma mãe de quatro filhos, que foi uma das pessoas escandalizadas com a campanha ateísta empreendida pela Associação Humanista Americana.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Murphey trabalha conjuntamente com o Centro de Desenvolvimento Familiar pelas populações.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A Associação Humanista Americana começou a organizar uma campanha publicitária de 40.000 dólares para o período festivo no mês passado numa tentativa de alcançar aqueles que possam estar interessados no humanismo, que rejeita a crença em Deus e na vida para além da morte. Os anúncios que afirmam – “Porquê acreditar num deus? Basta ser bom, em favor da bondade” – estão atualmente expostos no exterior e no interior de 200 automóveis da área metropolitana de Washington e serão veiculados durante toda época do Natal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os anúncios do grupo ateísta suscitaram um clamor público, resultando em centenas de queixas enviadas à agência de trânsito devido àquela publicidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Depois de um amigo ter me enviado um artigo sobre a campanha publicitária da AHA, pensei: ‘Basta!’ Estou tão cansada que Deus e a religião sejam atacados que decidi lançar uma contra-publicidade”, disse Murphey.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A campanha “Eu Também Acredito” será difundida a partir da próxima semana. Até 5 de Dezembro, mais de 165 doadores tinham contribuído com 6.700 dólares, o que é suficiente para cobrir o preço dos 200 cartazes interiores e 10 cartazes traseiros dos carros. No Facebook, a campanha tem o apoio de 740 amigos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Podem ser feitas doações, que são dedutíveis, pela Internet através do PayPal ou por cheque, enviadas para o Centro de Desenvolvimento Familiar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Um outro grupo Cristão, chamado Amigos de Cristo da Pensilvânia, tem também prevista uma campanha publicitária em automóveis para contrariar os anúncios ateístas. O grupo irá publicar anúncios dizendo “Acreditem em Deus. Cristo é o Natal em favor da bondade” em 10 veículos metropolitanos durante quatro semanas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o diretor executivo da AHA, Roy Speckhardt, disse que a “campanha de festividades sem Deus” tem sido um sucesso esmagador, segundo a ABC News 7.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Muitos grupos Cristãos por todo o país disseram que acharam os anúncios ofensivos, reclamando que se trata de uma nova tentativa de banir Deus da praça pública da parte daqueles que travam uma guerra contra o Natal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A campanha dos ateístas Americanos veio um mês depois da Associação Humanista Britânica ter declarado que iria publicar anúncios em veículos de Londres no mês de Janeiro, afirmando: “Provavelmente não há nenhum Deus. Agora, pare de se preocupar e desfrute a sua vida”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da Grã-Bretanha, onde seis em cada dez pessoas admitem não ter qualquer afiliação religiosa – de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas, os Estados Unidos são uma nação que ainda professa esmagadoramente uma crença em Deus. No início deste ano, uma sondagem do Pew Forum on Religion and Public Life descobriu que 92 por cento dos Americanos acreditam em Deus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Diário Cristão / Adaptado por O Verbo)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://hajaluz.maisblog.net/Opiniao-b1/Anuncios-de-Natal-pro-Deus-respondem-a-campanha-ateista-em-automoveis-b1-p15.htm</guid>
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		<title>Projeto do PT de distribuição de seringas e agulhas para usuários de drogas é aprovado</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-12-08T11:42:41Z</pubDate>
		<description>&lt;div class=&quot;tags&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Câmara dos Deputados aprovonou nesta última quarta (3) o projeto que legaliza distribuição de seringas, agulhas e preservativos para usuários de drogas. A proposta é de autoria da deputada Cida Diogo (PT-RJ) e foi aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família. O texto segue agora para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignright size-medium wp-image-10138&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/heroina_inyectada-235x300.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Usuário de drogas&quot; width=&quot;235&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara dos Deputados aprovonou nesta última quarta (3) o projeto que legaliza distribuição de seringas, agulhas e preservativos para usuários de drogas. A proposta é de autoria da deputada Cida Diogo (PT-RJ) e foi aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família. O texto segue agora para o Senado. Além da distribuição gratuita de preservativos e de seringas e agulhas descartáveis, o projeto diz que o SUS deve realizar campanhas de orientação e aconselhamento sobre os riscos à saúde decorrentes do uso de drogas. As informações são do jornal &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt;, veja a seguir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Drogas: Câmara aprova “redução de danos”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Projeto, que irá para o Senado, prevê distribuição de seringas a usuários para evitar contaminação pelo HIV&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA. Com a oposição dos parlamentares evangélicos, a bancada do governo ligada à saúde aprovou ontem um projeto que legaliza a distribuição de seringas, agulhas e PRESERVATIVOS para usuários de drogas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Essa política, chamada de redução de danos, é adotada há anos pelo Ministério da Saúde, mas não tem respaldo legal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A proposta é de autoria da deputada Cida Diogo (PT-RJ) e foi aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família, depois de ter sido retirada de pauta em 19 reuniões anteriores e ter completado dois anos de tramitação. O texto segue agora para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ontem, os opositores da distribuição de seringas tentaram boicotar a votação. No fim, deputados que votaram a favor comemoraram o resultado e se abraçavam no plenário da comissão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A política de redução de danos visa a reduzir a transmissão do HIV, vírus da AIDS, entre quem usa droga.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Alceni Guerra (DEM-PR), ex-ministro da Saúde, votou a favor da distribuição da seringa e disse que adotou essa política quando foi prefeito de Pato Branco (PR), na década de 90.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;- Distribuímos sem precisar de portaria, decreto, o que fosse. O objetivo era reduzir a infecção de AIDS entre os jovens.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Essa discussão não pode ser emocional e nem observada sob o rigor da moral judaico-cristã - disse Alceni.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Em meio à votação, parlamentares ligados a igrejas e outros contra a distribuição de seringas exibiram e criticaram uma cartilha elaborada pelo governo com informações e ilustrações sobre como consumir corretamente vários tipos de drogas, como cocaína e heroína, sem causar problemas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O ministério distribuiu até um cartão para que o usuário de cocaína prepare a droga sem ter que usar cartões telefônicos ou de outros tipos que soltem tinta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A polêmica cartilha foi revelada no último sábado por Jorge Bastos Moreno, na coluna Nhenhenhém, do GLOBO.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Principal opositor da cartilha, o deputado evangélico Miguel Martini (PHS-MG) acusou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de ser a favor da legalização das drogas e disse que a cartilha e o projeto são uma apologia ao crime.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;- Essa cartilha diz que é preciso respeitar a liberdade de escolha, recomenda como usar as drogas e quais cuidados tomar. E, com esse projeto, estamos a caminho da liberação das drogas no país - disse Martini.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ex-ministro da Saúde, o deputado Saraiva Felipe (PMDBMG), também favorável à política de redução de danos, saiu em defesa de Temporão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;- Nunca ouvi o ministro defender legalização das drogas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;E essa cartilha, me informam assessores do ministro, é destinada a profissionais de saúde - disse Saraiva.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No momento da votação, os opositores do projeto, que totalizavam dez votos, pediram verificação de quórum e esvaziaram a sala, numa manobra para impedir, mais uma vez, a votação. Foi em vão. Dos 30 deputados, 16 votaram contra o parecer do relator, Talmir Rodrigues (PV-SP), contrário à distribuição de seringas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O deputado Índio da Costa (DEM-RJ), contra o projeto, ironizava o conteúdo e disse que, se o governo vai distribuir seringa, distribuirá a droga também. Em tom de brincadeira, ironizou: - Que graça tem distribuir só a seringa - disse, irônico, a um assessor quando deixava o plenário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Agência de Notícias da Aids)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A Bíblia vista pelo Google Earth</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-27T14:54:33Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;A Bíblia vista pelo Google Earth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Você já imaginou como seria presenciar momentos históricos do mundo? O Google Earth possibilitou uma parte disso, como conhecer o local onde estavam as &lt;a href=&quot;http://maps.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geocode=&amp;amp;q=wtc&amp;amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;amp;sspn=48.240201,82.265625&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;t=h&amp;amp;z=16&quot;&gt;Torres Gêmeas de Nova York&lt;/a&gt; e monumentos históricos como as &lt;a href=&quot;http://maps.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geocode=&amp;amp;q=egypt+pyramids&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;ll=29.976424,31.131477&amp;amp;spn=0.012974,0.020084&amp;amp;t=h&amp;amp;z=16&quot;&gt;Pirâmides do Egito&lt;/a&gt;. Mas como seria se existisse o Google Earth há dois mil anos atrás, presenciando os grandes acontecimentos bíblicos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de artistas da &lt;a href=&quot;http://www.gluesociety.com/&quot;&gt;The Glue Society&lt;/a&gt;, baseada em Sydney teve essa idéia e criou o &amp;quot;God&#039;s Eye View&amp;quot; (Visão do Olho de Deus). O projeto foi comissionado por Eric Romano do &lt;a href=&quot;http://www.pulse-art.com/newyork/index.htm&quot;&gt;Pulse Art&lt;/a&gt; de Nova York para sua feira em Miami. Vejam abaixo as imagens produzidas pelos artistas para a exposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crucificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;biblia_google01&quot; src=&quot;http://www.apocalipse2000.com.br/images/spacer.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;A crucificação&quot; /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adão e Eva no Paraíso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;biblia_google02&quot; src=&quot;http://www.apocalipse2000.com.br/images/spacer.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Adão e Eva no Paraíso&quot; /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Arca de Noé&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;biblia_google03&quot; src=&quot;http://www.apocalipse2000.com.br/images/spacer.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;A Arca de Noé&quot; /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moisés abrindo o Mar Vermelho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;biblia_google04&quot; src=&quot;http://www.apocalipse2000.com.br/images/spacer.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Moisés abrindo o Mar Vermelho&quot; /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;biblia_google04&quot; src=&quot;http://www.apocalipse2000.com.br/images/spacer.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Moisés abrindo o Mar Vermelho&quot; /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Luteranos liberam pastores gays «fielmente comprometidos»</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-27T12:21:50Z</pubDate>
		<description>&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;cc&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;javascript:fsize(&#039;1.4&#039;,&#039;em&#039;,&#039;the_content&#039;);&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Decisão foi tomada durante assembléia anual. Três pastores gays já haviam sido afastados da igreja.&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Clérigos luteranos homossexuais que estão envolvidos em relacionamentos poderão atuar como pastores, afirmou neste sábado (11) o maior grupo luterano dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Luterana Evangélica na América (conhecida nos EUA pela sigla ELCA) divulgou uma resolução sobre o assunto em sua assembléia anual, incitando os bispos a não punirem pastores que são “fielmente comprometidos em relacionamentos com o mesmo sexo”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A resolução foi aprovada por 538 votos contra 431. “A igreja disse ‘não puna’. Isso é muito grande”, afirmou Phil Soucy, porta-voz do Lutherans Concerned, um grupo pela defesa dos direitos de gays e lésbicas dentro da igreja. A ELCA, que tem 4,8 milhões de membros, já havia permitido que gays atuassem como pastores, desde que eles mantivessem a abstinência sexual.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A conferência ainda instruiu um comitê que está desenvolvendo um trabalho social sobre sexualidade a levar adiante a investigação sobre o assunto. O relatório desse comitê deve vir a público em 2009.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Desde que a ELCA foi fundada, em 1988, o grupo ordenou que três pastores com relações gays fossem afastados de seus minsitérios. O caso mais recente foi decidido em julho, quando o comitê da ELCA votou para retirar um pastor assumidamente gay da igreja St. John’s, em Atlanta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde vamos parar? Se o incentivo já vem de dentro das igrejas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta Bíblia para essa gente!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Comparecer a atos religiosos parece proteger a saúde, diz estudo</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-27T12:14:05Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa aponta: religiosos praticantes têm 20% menos chance de morrer. Cientistas não conseguem encontrar explicação para o fato. Muitas pessoas acreditam que freqüentar cerimônias religiosas pode ser bom para a vida após a morte. Mas pesquisadores descobriram que isso também pode ser bom para o aqui e agora. Um novo estudo, que acompanhou a saúde de mais de 90 mil mulheres ao longo de mais de sete anos em média, descobriu que os religiosos praticantes tinham 20% menos chances de morrer do que aqueles que não compareciam às cerimônias. O assunto foi controverso e os autores do estudo, publicado no “Psychology”, se esforçaram para que isso não parecesse uma ligação entre religião e saúde. “Não quero ir além do que os fatos nos mostraram, quero ser cuidadoso”, disse o autor responsável, Eliezer Schnall, da Universidade Yeshiva. Qualquer que seja a explicação, os pesquisadores descobriram uma significativa diferença na taxa de mortalidade entre mulheres que relataram comparecer às cerimônias do cristianismo, judaísmo e outras crenças pelo menos uma vez por semana. Os pesquisadores utilizaram informações da Iniciativa da Saúde Feminina, um estudo de longo-prazo que examinou mulheres de 50 a 79 anos em 40 localidades pelos Estados Unidos. Os pesquisadores também buscaram saber se a prática religiosa desempenhava um papel na redução de doenças cardíacas. Embora as descobertas não sustentem a idéia, elas efetivamente mostraram uma taxa de mortalidade mais baixa de todas as causas. O motivo não está claro, embora estudos mais antigos tenham sugerido que pessoas que participam de fortes redes sociais tendem a ser mais saudáveis. Alguns religiosos também apresentam melhores chances de evitar o tabagismo e o consumo de álcool. Quem usar as descobertas para abrir um caminho até a igreja, templo ou mesquita, devem observar que os pesquisadores não ofereceram a resposta para uma pergunta: qual religião tem os membros mais saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: G1) &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Decisão judicial admite casamento e união estável</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-26T13:58:50Z</pubDate>
		<description>&lt;div id=&quot;titulo_h3&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;noticia&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;Foi publicada anteontem (24) a sentença do juiz da 4ª Vara de Família e Sucessões de Porto Velho (RO) que dispôs sobre um triângulo amoroso que durou 29 anos em perfeita harmonia. O desfecho já havia sido antecipado com primazia pelo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Espaço Vital&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; na edição do último dia 18. Na capital rondoniense, desde que detalhes da ação vieram à tona, o caso é conhecido, no meio advocatício, como &lt;em&gt;&amp;quot;três é bom; quatro é demais&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão salomônica - ainda que contrária ao que está escrito na lei - é do juiz Theodoro Naujorks Neto, que validou a união simultânea de um homem com a&lt;em&gt; &amp;quot;esposa legal&amp;quot;&lt;/em&gt; e com a companheira, reconhecendo direitos iguais das duas sobre o patrimônio. Para o juiz, as relações familiares do bígamo com as duas mulheres eram exatamente iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inusitada decisão surpreende não só pelo resultado, mas pela justificativa. Na sentença que deu à companheira o direito a um terço dos bens das duas relações, o juiz usou a Psicologia moderna para justificar que &lt;em&gt;“a etologia, a biologia e a genética não confirmam a monogamia como padrão dominante das espécies, incluindo a humana&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgado - ainda sujeito a eventual recurso no TJ-RO - determinou a &lt;em&gt;“triação”&lt;/em&gt; dos bens, ou seja, a subdivisão da meação prevista no Código Civil nos casos em que não é possível identificar a prevalência de uma relação sobre outra. Assim, o patrimônio amealhado desde 1979, quando o relacionamento fora do casamento começou, teve de ser dividido entre o falecido, sua esposa (também morta) e a companheira, cabendo aos filhos as partes respectivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado afirma que &lt;em&gt;&amp;quot;apesar de não ser uma realidade bem recebida por grande parte da sociedade ocidental, as pessoas podem amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No RS, nos anos 80, ganhou notoriedade o relacionamento simultâneo de um notório artista compositor e cantor gaúcho com sua acordeonista, enquanto ele mantinha intacto e paralelo o chamado&lt;em&gt; &amp;quot;casamento oficial&amp;quot;.&lt;/em&gt; Com a súbita morte do artista, vitimado por infarto, a concubina - que teve dois filhos da união paralela com o bígamo - ingressou com ação judicial em que houve acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo da história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O homem manteve, durante 29 anos, duas famílias na mesma cidade, Porto Velho. Com cinco filhos do &lt;em&gt;&amp;quot;casamento legítimo&amp;quot; &lt;/em&gt;e três da outra mulher, ao morrer, ele deixou de herança uma disputa judicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Testemunhas afirmaram em Juízo que ambas as mulheres se conheciam e  toleravam, e que os filhos da companheira chegavam a ser recebidos pela &lt;em&gt;&amp;quot;esposa legítima&amp;quot;&lt;/em&gt; na fazenda onde morava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Na petição inicial da ação declaratória para o reconhecimento da união, a companheira afirma que chegou a acompanhar o falecido em viagem fora do Estado para tratamento médico, com o consentimento da esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O triângulo amoroso consentido ganhou do magistrado o nome de&lt;em&gt; “poliamorismo”,&lt;/em&gt; termo usado pela psicóloga e professora da PUC-SP, Noely Montes Moraes e pelo juiz e professor da Universidade Federal da Bahia, Pablo Stolze Gagliano, em relação a uniões paralelas que começam a ganhar espaço no Direito de Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A sentença também usa ensinamentos da desembargadora aposentada e advogada gaúcha Maria Berenice Dias, para quem o fato de o concubinato ser repudiado pela sociedade não apaga suas ocorrências, que não devem ficar sem conseqüências. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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	<item>
		<title>Profecias bíblicas sobre o futuro do mundo tornam-se vivas e apavoram humanidade</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-25T12:48:48Z</pubDate>
		<description>&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;cc&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;javascript:fsize(&#039;1.4&#039;,&#039;em&#039;,&#039;the_content&#039;);&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos “sinais dos tempos”, os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver dúvidas a respeito das mudanças no clima do planeta e suas terríveis conseqüências deve olhar para os pólos da Terra. Longe de serem o produto de modelos engendrados em computador, lá os efeitos da destruição dos ecossistemas são visíveis. Coberta por uma grossa calota de gelo há pelo menos dez mil anos, desde a última glaciação, já se registra na Antártica a enorme formação de áreas verdes na antiga imensidão branca, mostrando o tempo cada vez mais quente e o conseqüente derretimento. Já no Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. Previsões mais conservadoras dão conta de que a calota gelada no extremo norte da Terra, fundamental para a manutenção da temperatura no planeta, deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Isso pode significar muito mais do que extinção de espécies como os ursos polares, que não terão mais a área de mar congelado para caçar, ou a necessidade de esquimós usarem freezer para armazenar carne, como já começa a ser visto. O que vem ocorrendo nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em todo o mundo. Devido às baixas temperaturas, os pólos ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças às vastas superfícies brancas. Se as previsões se concretizarem, somente no Oceano Ártico, as temperaturas ficarão 12 graus centígrados mais quentes em poucos anos. Isso será sentido em toda parte do mundo, gerando cataclismos inimagináveis, inclusive a inundação de regiões costeiras com o aumento do nível dos oceanos. Num cenário pavoroso, cidades como Nova Iorque e Rio de Janeiro deixariam de existir, e países inteiros, como a Holanda, seriam literalmente riscados do mapa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mais de 60 nações, entre elas o Brasil, estão mobilizando 10 mil cientistas e investindo 1,5 bilhão de dólares em 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica. O pano de fundo é mesmo o aquecimento global, mas, entre outras coisas, pretendem calcular a quantidade de gelo que será derramada no mar nas próximas décadas devido ao degelo de regiões como a Groenlândia. “Os pólos estão dando seu alerta. Se todo esse gelo derreter, o nível dos mares poderá subir sete metros. Muitas cidades litorâneas serão inundadas e destruídas”, confirma o pastor e jornalista Antônio Mesquita, da Assembléia de Deus, que pesquisa o assunto. Mas isso não é tudo. Com a salinidade do mar diluída pelas águas doces, correntes se enfraqueceriam e haveria um rompimento brutal do clima do planeta. Seria possível encontrar icebergs no litoral inglês e o inverno na Europa seria um pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Esse, aliás, é um dos paradoxos do fenômeno: apesar do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU falar em aumento da temperatura média no mundo em 5 graus, o que se verão serão invernos mais frios e verões mais quentes. “As temperaturas variarão nos extremos. Em alguns lugares onde o frio é intenso se verá um clima africano. Noutros, já quentes, será insuportável viver por causa do calor. Multidões fugirão ou morrerão sem água”, adverte Mesquita. Se tudo isso se confirmar, o Brasil será duramente atingido. Em menos de 50 anos, a Amazônia seria transformada em um tipo de savana ou cerrado, e os habitantes do sertão nordestino, região já quente e seca, seriam forçados a migrar em massa, desencadeando tragédias sociais de conseqüências imprevisíveis.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sufocante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Catastrófico ou não, o fato é que esse cenário já começa a se desenhar no horizonte. Causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente do dióxido de carbono, o processo de aumento da temperatura mundial é comprovado por medições precisas feitas pelos mais modernos satélites e sondas. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície na forma de calor, volte para o espaço. O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O acúmulo de gases foi intensificado a partir da Revolução Industrial, no século 18. Por causa da intensa atividade fabril, a temperatura já subiu, em média, quase 1 grau nos últimos 100 anos. Não tem jeito: para haver desenvolvimento e crescimento econômico, é preciso gerar mais energia. E esse ciclo vicioso só tende a piorar com a explosão populacional. A cada segundo, quatro crianças nascem no mundo, o que dá um total de 250 por minuto e 130 milhões por ano. Enquanto isso, outras 100 pessoas morrem a cada minuto, o que dá 50 milhões por ano. A conta resulta num aumento estimado de 80 milhões de novos seres humano anualmente. Pela fria lógica dos números, a humanidade será composta, daqui a vinte anos, por 8 bilhões de indivíduos. Se países como China e Índia, os dois mais populosos, continuarem elevando seus padrões de consumo a grandes áreas que antes serviam à agricultura se tornarem desérticas, será impossível produzir alimentos para todos. Isso sem falar na escassez de água potável, um drama anunciado desse século 21.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Citando o capítulo seis de Gênesis, Antônio Mesquita, que também dirige o departamento de jornalismo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) e é autor do livro Fronteira final, no qual analisa vários desses “sinais”, não têm dúvidas do motivo de tantas calamidades: “Antes da humanidade ser destruída pelo Dilúvio, Deus confirmou que a causa era a maldade do homem, que se multiplicou sobre o mundo de então. Com tudo que estamos vendo, não é difícil acreditar que são sinais do final dos tempos. A análise de tudo à luz da Palavra de Deus nos leva a essa conclusão”, destaca.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Entre tantas catástrofes nos últimos tempos, algumas ficaram mais fortemente marcadas. Quem não se lembra do tsunami na Ásia, no fim de 2004, que deixou um saldo de cerca de 300 mil mortos? Ou do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, na mais próspera nação do mundo, os Estados Unidos da América? Isso, para não falar em recentes terremotos na China e no Paquistão – países duramente castigados também por enchentes, ciclones e tempestades –, maremotos na Nova Guiné, incêndios florestais na América do Norte e ondas de calor no Leste Europeu, região normalmente temperada. Em cada ocorrência, mais mortes, mais destruição e mais prejuízos. Por outro lado, há o surgimento de novas doenças, algumas agravadas pelas mudanças no clima, como a dengue, uma das muitas epidemias tropicais que avançam sem controle.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alienação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Deveríamos aprender a dar atenção a todos esses indicadores. Conforme Cristo ressaltou, precisamos ler as entrelinhas da história e ver o significado dos acontecimentos. A maioria só vê o óbvio e não o oculto”, aponta o pesquisador e jornalista Marcos De Benedicto, ligado à Igreja Adventista. “Para muita gente, clima resume-se àquelas previsões meteorológicas sobre se vai chover nos próximos dois dias. Temos que entrar no campo da escatologia e interpretar os sinais. O tempo encerra oportunidade, mas traz perigo. Quem enxerga através da neblina, vê mais longe e evita a tragédia”, diz Benedicto, que é editor da Casa Publicadora Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. “Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo”, adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: Revista Eclésia - Edição 124 &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://hajaluz.maisblog.net/Opiniao-b1/Profecias-biblicas-sobre-o-futuro-do-mundo-tornam-se-vivas-e-apavoram-humanidade-b1-p8.htm</guid>
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		<title>As origens nazistas do terrorismo árabe moderno</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-25T12:33:46Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;A inspiração e as crenças políticas de Saddam Hussein, Yasser Arafat, Bin Laden, membros do Hamas e outros terroristas islâmicos remontam à época da II Guerra Mundial. Mais precisamente, a duas figuras centrais do período: Adolf Hitler e Amin al-Husseini, o então grão-mufti* de Jerusalém. Muito se escreveu sobre o mufti, e tudo foi muito bem documentado, incluindo capítulos de autores notáveis como Connor Cruise O’Brien, ex-embaixador da Irlanda na ONU. Existem pilhas de evidências documentadas e abertas ao público, para qualquer um que queira verificá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignleft size-medium wp-image-9711&quot; src=&quot;http://www.overbo.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/11/lidermuculmanocomhitler.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Líder muçulmano e Hitler&quot; width=&quot;220&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os julgamentos de Nuremberg e de Eichmann revelaram que, em 1937, o oficial nazista Adolf Eichmann encontrou-se na Palestina com o mufti, que na época havia sido nomeado pelos britânicos. Após o encontro, o mufti tornou-se praticamente um agente da Alemanha nazista encarregado de financiar e criar organizações pró-nazistas no Egito, na Síria, na Palestina e no Iraque.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignright&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_BGF1IAxtf44/SSdniYSY1CI/AAAAAAAAAvk/q3kyNotbCm0/s400/Tropas+SS+mu%C3%A7ulmanas.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Tropas nazistas muçulmanas&quot; width=&quot;220&quot; height=&quot;165&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1941, junto com Rashid Ali e Kharaillah Tulfah, tio e futuro sogro de Saddam Hussein, o mufti instigou um golpe pró-nazista no Iraque, com armas e aeronaves financiadas pelos nazistas. Após o fracasso do golpe, o mufti escapou para Berlim, onde teria o primeiro de uma série de encontros com Adolf Hitler. Relata-se que, nesse primeiro encontro, o mufti teria dissuadido Hitler da idéia de deportar os judeus para a Palestina. Ao invés disso, teria defendido — e talvez até sugerido — o que veio a tornar-se conhecido como a “solução final” contra os judeus. Mais tarde, em 1942, o mufti interveio para impedir os nazistas de trocar 10.000 crianças judias por prisioneiros de guerra nazistas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades do mufti na Alemanha nazista e na Europa ocupada prepararam o palco para o terrorismo islâmico da atualidade. Em 25 de abril de 1941, os nazistas enviaram o mufti para a Bósnia (então recentemente ocupada pelos alemães), onde assumiu o título de “Protetor do Islã”. Em 10 de fevereiro de 1943, Hitler ordenou a criação da divisão Hanzar (ou “Handschar”) na SS nazista, para a qual se apresentaram como voluntários aproximadamente 100 mil muçulmanos da Bósnia. Ocupando a posição de administrador-chefe, o mufti se referiu a essas brigadas de muçulmanos nazistas como “a nata do islã”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Hanzars — o nome deriva de um tipo de adaga utilizada pelo exército do Império Otomano, a cimitarra — participaram ativamente do extermínio de cristãos e judeus nos Bálcãs. O mufti tentou implementar o “Plano Pejani” nazista, que proclamava a exterminação dos sérvios cristãos, e do qual Hitler acabou desistindo depois. No cômputo geral, os Hanzars muçulmanos da Bósnia cooperaram com o extermínio de aproximadamente 200 mil cristãos sérvios, 40 mil ciganos e 22 mil judeus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1943, Hitler nomeou o mufti para presidir um governo nazi-muçulmano no exílio. De seu centro de operações em Berlim, situado numa mansão confiscada de judeus, o mufti traçava o projeto de um campo de concentração para os judeus nas proximidades de Nablus (Palestina), planejado nos moldes de Auschwitz. Existem até fotos de uma visita do mufti a Auschwitz, acompanhado por Heinrich Himmler. A melhor expressão das atitudes nazistas em relação ao islã está, talvez, nas seguintes palavras, ditas pelo próprio Himmler: “Eu não tenho nada contra o islã, porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete-lhes o paraíso, caso lutem e morram na batalha. Para os soldados, é uma religião bastante prática e atraente”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;alignleft&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_BGF1IAxtf44/SSdn2k-t-9I/AAAAAAAAAv0/kjH6D5TlsTo/s400/Bandeira+nazista+mu%C3%A7ulmana.jpg&quot; border=&quot;0&quot; title=&quot;Bandeira nazista muçulmana&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;134&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo como base financeira um fundo monetário também confiscado de judeus, conhecido como Sonderfund (Fundo Especial), o mufti estava instalado como diretor do Islamisches Zentralinstitut (Instituto Central Islâmico), criado pelos nazistas e sediado em Dresden, de onde pôde dar início ao processo de educação dos futuros líderes islâmicos na cartilha da ideologia nazista. Em março de 1944, em Berlim, o mufti proferiu um discurso para as tropas Hanzar com o intuito de estimulá-las à vitória, no qual bradou: “Matem os judeus onde quer que vocês os encontrem. Isso agrada a Alá, à História e à religião. Isso salvará a sua honra. Alá está com vocês”. Nesse dia, os futuros terroristas islâmicos receberam suas ordens de ataque.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Chefe religioso muçulmano&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://hajaluz.maisblog.net/Opiniao-b1/As-origens-nazistas-do-terrorismo-arabe-moderno-b1-p7.htm</guid>
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		<title>Pessoas felizes vêem menos TV e lêem mais jornais e livros</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-24T12:13:10Z</pubDate>
		<description>&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;cc&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;javascript:fsize(&#039;1.4&#039;,&#039;em&#039;,&#039;the_content&#039;);&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;tags&quot;&gt;&lt;br /&gt;EUA - As pessoas felizes passam muito tempo em atividades sociais, na igreja ou lendo jornais - mas não dedicam muito tempo à televisão, constatou um novo estudo publicado pela Social Indicators Research.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;the_content&quot; class=&quot;the_content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Assistir televisão é algo que pessoas infelizes fazem. Ainda que os indivíduos que se descrevem como felizes digam apreciar televisão, essa é a única atividade que praticam com freqüência menor que as pessoas infelizes, disse John Robinson, professor de sociologia na Universidade de Maryland e autor do estudo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Embora a maior parte dos estudos de grande porte sobre a felicidade tenha se concentrado nas características demográficas - fatores como idade e situação matrimonial -, Robinson e seus colegas tentaram identificar que atividades as pessoas felizes preferem realizar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O estudo se baseia primordialmente nas respostas de 45 mil norte-americanos que foram recolhidas pela Pesquisa Social Geral da Universidade de Chicago ao longo de 35 anos, e em estudos sobre “diários de tempo” nos quais os participantes do estudo registram suas atividades cotidianas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;“Nós consideramos entre oito e 10 atividades às quais as pessoas felizes se dedicam, e, para cada uma delas, constatamos que as pessoas que as fazem com mais freqüência - visitas a amigos, ir à igreja, coisas como essa - são as mais felizes”, ele disse. “Já assistir televisão era a única atividade para a qual a correlação era negativa. As pessoas infelizes assistem mais TV do que as felizes”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas os pesquisadores não foram capazes de determinar se pessoas infelizes assistem mais TV ou se assistir mais TV torna as pessoas infelizes. “Não sei se desligar o televisor tornaria alguém mais feliz”, disse Robinson. Mas ele ainda assim acredita que os dados comprovem que as pessoas que assistem mais televisão são as menos felizes, em longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Já que o maior fator para prever o tempo dedicado a assistir televisão é se uma pessoa trabalha ou não, acrescentou Robinson, é possível que uma alta no desemprego leve as pessoas a passar mais tempo diante de seus televisores.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Terra)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://hajaluz.maisblog.net/Opiniao-b1/Pessoas-felizes-veem-menos-TV-e-leem-mais-jornais-e-livros-b1-p9.htm</guid>
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		<title>ampanha ateísta quer colocar pôsteres em ônibus de Londres</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-21T12:24:08Z</pubDate>
		<description>&lt;div class=&quot;materia-titulo&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veículos poderão levar slogan: &#039;Provavelmente, Deus não existe&#039;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;materia-assinatura-letra&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;materia-assinatura&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;vcard author&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;adr&quot;&gt;&lt;span class=&quot;locality&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;materia-letra&quot; class=&quot;materia-conteudo entry-content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;fotoMateria box270&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,15748342-EX,00.jpg&quot; title=&quot;Zoom&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;foto&quot; src=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,15748342,00.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Foto: Divulgação BHA &quot; width=&quot;270&quot; height=&quot;169&quot; /&gt; &lt;span class=&quot;boxZoom&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://g1.globo.com/Portal/globonoticias/home1024/img/ico_ampliar.gif&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;75&quot; height=&quot;13&quot; /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;fonte&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgação BHA &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;descricao&quot;&gt;&lt;br /&gt;Imagens mostra como deve ficar a Inscrição ateísta que pode aparecer em 60 ônibus londrinos a partir de janeiro de 2009: &#039;Provavelmente, Deus não existe. Agora, pare de se preocupar e curta a vida&#039;. (Foto: Divulgação BHA )&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Alguns ônibus de Londres poderão levar, a partir de janeiro, pôsteres com um slogan pouco comum: &amp;quot;Provavelmente, Deus não existe&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A campanha ateísta é da British Humanist Association (BHA, na sigla em inglês) e tem o apoio do acadêmico britânico Richard Dawkins, autor do livro Deus, um delírio e conhecido pelos seus documentários questionando o papel das religiões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da BHA com a campanha é &amp;quot;promover o ateísmo na Grã-Bretanha, encorajar mais ateístas a assumirem publicamente a sua posição e elevar o astral das pessoas a caminho do trabalho&amp;quot;. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Com o dinheiro levantado em doações, o grupo quer colocar pôsteres em dois grupos de 30 ônibus por quatro semanas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O slogan completo diz: &amp;quot;There&#039;s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life&amp;quot; (&amp;quot;Provavelmente, Deus não existe. Agora, pare de se preocupar e curta a vida&amp;quot;, em tradução livre).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Nós vemos tantos pôsteres divulgando a salvação através de Jesus ou nos ameaçando com condenação eterna, que eu tenho certeza que essa campanha será vista como um sopro de ar fresco&amp;quot;, disse Hanne Stinson, presidente da BHA.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Se fizer com que as pessoas sorriam, além de pensar, melhor&amp;quot;, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Como os organizadores conseguiram arrecadar mais do que planejavam, eles pretendem colocar os pôsteres também do lado de dentro dos ônibus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A BHA também estuda a possibilidade de estender a campanha para outras cidades, incluindo Birmingham e Manchester, na Inglaterra, e Edimburgo, na Escócia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;A religião está acostumada a usufruir de benefícios tributários, respeito não merecido, o direito de não ser ofendida e o direito de fazer lavagem cerebral nas crianças&amp;quot;, disse Dawkins.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Mesmo nos ônibus, ninguém pensa duas vezes quando vê um slogan religioso. Esta campanha fará com que as pessoas pensem - e pensar é um anátema perante a religião&amp;quot;, completou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas Stephen Green, da organização Christian Voice (Voz Cristã, em uma tradução livre), disse que &amp;quot;ficará surpreso se uma campanha como essa não atrair pichação&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;As pessoas não gostam de receber sermão. Às vezes, é bom para elas, mas, ainda assim, elas não gostam&amp;quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a Igreja Metodista agradeceu Dawkins por incentivar um &amp;quot;interesse constante em Deus&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Esta campanha será uma coisa boa se fizer com que as pessoas pensem nas questões mais profundas na vida&amp;quot;, disse Jenny Ellis, reverenda metodista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;O Cristianismo é para pessoas que não têm medo de pensar sobre a vida e seu significado&amp;quot;, completou a religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Câmara aprova exigência de Bíblia em bibliotecas públicas</title>
		<category>Opinião</category>
		<pubDate>2008-11-21T12:03:52Z</pubDate>
		<description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quinta-feira o Projeto de Lei 2865/08, do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), que determina que as bibliotecas públicas tenham em seu acervo pelo menos uma Bíblia. O projeto foi aprovado em caráter conclusivo e seguirá para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor apresentou o projeto por causa da “sólida tradição cristã” no Brasil e para tornar a Bíblia acessível às populações carentes. O relator da proposta, deputado Carlos Willian (PTC-MG), elaborou parecer favorável à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Roberto Magalhães (DEM-PE) também manifestou-se favorável ao projeto, mas fez uma advertência: “Ele pode encontrar dificuldades com aqueles que entendem que a obrigatoriedade prevista é inconstitucional”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal da Câmara &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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